Por Virgínia de Souza.
Mãe sofreu com um marido cruel e sofreu mal- tratos de seu esposo pai de seus dois filhos, meninos. Em sonho viu o sofrimento de seus filhos, se caso seguissem o caminho da violência e por isso pediu a Deus para não vê o sofrimento de seus filhos, que aceitariam tudo que Deus assim lhe pedisse, conforme sua vontade.
Mãe sofreu com um marido cruel e sofreu mal- tratos de seu esposo pai de seus dois filhos, meninos. Em sonho viu o sofrimento de seus filhos, se caso seguissem o caminho da violência e por isso pediu a Deus para não vê o sofrimento de seus filhos, que aceitariam tudo que Deus assim lhe pedisse, conforme sua vontade.
Chorou a morte de seus dois filhos, ainda criança,
que lhe pediu perdão, que a amava e não era para ela chorar. Assim se
despedindo acometidos pela doença da época, peste morre os meninos.
Andou como moradora de rua, desgostosa
pela dor da perda. Procurou a irmã do convento e lhe pediu para ficar ali, a
madre, achando que ainda não era o momento, mostrou a Rita, a pé de rosa que
ali se encontrava no convento, em folhas e secas.
Ao andar pelas ruas, ouviu uma mulher
gritando, implorando ajuda, hesitou se abria a porta para ajudar a pessoa que
pedia ajuda, pois Rita, também ainda se encontrava frágil e também necessitava
de ajuda para seu momento de dor, a dor do luto de seus filhos.
Resolve entrar na casa, da mulher e depara
com uma gestante prestes a dar luz, esquece-se de sua dor, ajuda no parto e a
criança que nasce é um menino. Senta-se para descansar enquanto a mãe do menino
descansa o trabalho de parto. Em meio as suas vestes Rita encontra uma passagem
Bíblica que sua mãe uma vez lhe deu. Então leu e perguntou á Deus se aquela era
sua missão.
A partir da aí coisa extraordinária
acontece, Rita evita que o filho do rival de seu marido, seja morto, evitando
uma nova guerra entre as famílias.
Logo chega a noticias que o pai de seus
filhos, encontrasse com a peste todos vão embora a pedido dele, pois sabe da
gravidade de sua doença.
Rita vai até lá que indignado, a recebe mal,
como ela mesma diz, a dor da solidão e da indiferença ela conhece e por isso
está ali para ajuda-lo. Rita ajoelha-se e reza o Santo Terço. No dia seguinte
as feridas, os sintomas e a febre passam e o próprio ex-marido de Rita
reconhece que recebeu o milagre. Rita pede a ele que esqueça a guerra, a
violência e o mal. E assim é feito.
Em certo dia a madre do mosteiro encontra
Rita dormindo no chão do jardim, admirada pergunta como ela encontrou se
ninguém lhe abriu o portão, pois somente a madre tem a chave. Ao olhar
novamente o jardim a madre nota que a rosa, que havia no jardim seca, sem
folhas e sem vida, estar verde, forte e bonita no mesmo instante que Rita é
encontrada no jardim por ela. Então crer que um sinal, um milagre.
Rita passa a ser aceita no mosteiro, faz
voto e torna-se irmã. Já idosa recebe um estima em meio à testa, e lembra que
com fé tudo é possível morre no mosteiro, já com idade avançada.
Referencia a Santa Rita: Uma Rosa e Um Terço.
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