Hoje, o Papa falou sobre a riqueza e o uso da riqueza. E lembrou da passagem Bíblica onde um homem rico, resolveu depois de uma colheita farta, resolveu destruir o antigo depósito para construir um maior para guarda a quantidade gigantesca que havia conseguido. Mencionando o próprio homem para si mesmo: " Agora descanse, beba,alegre-se." E Jesus o chama de louco! (luc,12-13-23).
E o sinal de que não estamos “neste pecado de idolatria” é dar esmolas, é dar “aos necessitados” e dar não o supérfluo, mas o que me custa “algumas privações”, porque talvez “é necessário para mim”. “Este é um bom sinal. Isso significa que é maior o amor por Deus que o apego às riquezas. “Portanto, há três perguntas que podemos fazer:
“Primeira pergunta: ‘Dou?. Segunda: ‘Quanto dou?’. Terceira pergunta: ‘Como dou? Como Jesus dá, com a carícia do amor ou como quem paga um imposto? Como dou?’. ‘Mas padre, o que o senhor quer dizer com isso?’.
Quando você ajuda alguém, você olha nos olhos? Toca a sua mão? É a carne de Cristo, é o seu irmão, sua irmã. E você naquele momento é como o Pai que não deixa faltar o alimento para as aves do Céu. Com quanto amor o Pai dá. Peçamos a Deus a graça de estar livres desta idolatria, do apego às riquezas; a graça de olhar para Ele, tão rico em seu amor e tão rico em generosidade, na sua misericórdia; e a graça para ajudar os outros com o exercício da caridade, mas como ele faz. ‘Mas, padre, Ele não se privou de nada …’. Jesus Cristo, sendo igual a Deus, se privou disso, abaixou-se, esmagou-se, e também Ele se privou”.
Fonte: Rádio Vaticano
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